ESTUDOS DE FILOSOFIA MODERNA E CONTEMPORÂNEA 
(UFPR/CNPQ)

Grupo de pesquisa do CNPq ligado ao Departamento de Filosofia da Universidade Federal do Paraná (UFPR). 

Direito e Política

Kant e interlocuções

Poéticas, política, sociedade

 Grupo das Luzes

 

O QUE VEM POR AÍ

I COLÓQUIO COSMOPOLITISMO

I Congresso Cosmopolitismo 

​é um evento promovido pelo Grupo de Estudos em Direito e Política, vinculado ao EFMC. O evento reunirá pesquisadores nacionais e estrangeiros em torno da questão do cosmopolitismo entre 8 e 11 de outubro de 2019, no Dpto. de Filosofia da UFPR. Informações e submissões de trabalhos: : https://I-coloquio-internacional-cosmopolitismo-justiça-democracia-e.webnode.com

 

Para ver as informaçõs do EFMC no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq, clique abaixo:

 

SOBRE ESTUDOS DE FILOSOFIA MODERNA E CONTEMPORÂNEA

EFMC/UFPR

Estudos de Filosofia Moderna e Contemporânea (EFMC-UFPR) é um grupo do CNPq, criado em 2002 por um grupo de professores do Departamento de Filosofia. O grupo reune pesquisadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e de outras instituições. Comporta quatro vertentes complementaress: Direito e Politica, Kant e interlocuções, Grupo das Luzes e Poéticas, políticas, sociedade.  Conta com aproximadamente 30 estudantes vinculados.


 
Próximos eventos
Conversa com Juliano Garcia Pessanha
Fri, Oct 04
Departamento de Filosofia
Oct 04, 2019, 4:30 PM – 6:30 PM
Departamento de Filosofia , Ed. D. Pedro, I, 6o andar. R. Dr. Faivre, 605 - Centro, Curitiba - PR, 82860-140, Brasil
Juliano G. Pessanha (1962) é formado em direito e filosofia e doutor em filosofia. Autor de Sabedoria do Nunca, Certeza do Agora e Ignorância do sempre, virá ao EFMC para discutir seu último livro, Recusa do Não-Lugar (2018), no qual Winnicott e Sloterdijk balizam uma ruptura em sua trajetória.
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A função curador: discurso, montagem, composição
Fri, Oct 04
Departamento de Filosofia da UFPR
Oct 04, 2019, 10:00 AM – 12:00 PM
Departamento de Filosofia da UFPR, R. Dr. Faivre, 405 (6o andar) - Centro, Curitiba - PR, 80060-140, Brasil
Luiz Camillo Osorio (Filosofia da PUC-Rio,CNPQ e curador do Instituto PIPA). foi Curadie do MAM RJ (2009-2015). Em 2015 foi o curador do pavilhão brasileiro na Bienal de Veneza. É autor, entre outras obras, de Olhar à Margem (SP, Cosac, 2016).
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Novas atualizações

 
 

MINICURSO: GÊNESE E MATRIZ ANTROPOLÓGICA DO PENSAMENTO POLÍTICO DE KANT (LEONEL RIBEIRO DOS SANTOS – UNIVERSIDADE DE LISBOA)

Leonel R. dos Dantos possui doutorado em Filosofia pela Universidade de Lisboa (1990), onde é professor catedrático.  É um dos maiores especialistas em Kant em língua portuguesa, com ênfase em Filosofia Kantiana. Tem desenvolvido pesquisa em Filosofia Moderna (Descartes, Hobbes, Locke, Rousseau).

O evento será 14 de outubro de 2019, entre 09:00 e 12:00 hrs., no Departamento de Filosofia da UFPR.

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LEITURA E DEBATE - OS FEDERALISTAS

Cronograma das reuniões
(Federalist Papers). 
04/09/19 - Artigos 1 a 5 (16H00-18H00)
25/09/19 - Artigos 6 a 10 (16H00-18H00)
16/10/19 - Artigos 47 a 49 (16H00-18H00)
06/11/19 - Artigos 50 e 51 (16H00-18H00)
20/11/19 - Artigos 78 a 83 (16H00-18H00)

CARL SCHMIT: DIREITO, POLÍTICA E ESTADO DE EXCEÇÃO, POR ROOSEVEL ARRAES (PUC/UNICURITIBA)

05 nov 2019 (manhã) 

Local: Departamento de Filosofia da UFPR

Carl Schmitt foi um jurista e filósofo político. É considerado um dos mais significativos e controversos especialistas em direito constitucional e internacional da Europa do século XX. Rooselvelt Arraes detém-se sobre alguns de seus conceitos centrais, examinando as articulações entre direito, política e estado de exceção.

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VI CONGRESSO INTERNACIONAL THOMAS HOBBES

O VI Congresso Internacional Thomas Hobbes, a ser realizado no Dpto. de Filosofia da UFPR, reunirá pesquisadores brasileiros e latino-americanos entre 23 e 25 de outubro de 2019 em Curitiba para discutir a obra e os legados de T. Hobbes.

MINICURSO PROMOVIDO POR ESTUDOS DE FILOSOFIA MODERNA E CONTEMPORÂNEA

Minicurso sobre sofrimento social

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ATIVIDADES REALIZADAS

O PROBLEMA DO MAL NO PENSAMENTO MODERNO

18 a 20 de setembro 2019

O Colóquio sobre o problema do mal na filosofia moderna é um evento promovido pelo Grupo das Luzes, vinculado ao EFMC. O evento reune pesquisadores nacionais e estrangeiros durante três jornadas de trabalhos. Conferências de Paul Rateau (Paris I-Sorbonne), Rodrigo Brandão (UFPR), Luís C. Oliva (USP), Lúcio Lobo (UFPR), Maurizio F. di Silva, (UFPR) Paulo Vieira Neto (UFPR), François Calori (Rennes) e Leandro Alves (UFPR).

SEMINARIOS SOBRE FILOFIA ALEMÃ

30 de maio a 26 de setembro 2019

Série de encontros voltados para discussão das obras e do legado da filosofia clássica alemã. Todos os seminários foram abertos ao público e contaram como evento de extensão. Realização do grupo "Kant e interlocuções", ligado ao EFMC.

NOME DO ARQUIVO

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VINICIUS BERLENDIS DE FIGUEIREDO

Professor Associado IV Filosofia UFPR

Mestrado (1993) e doutorado (1999) em filosofia na Universidade de São Paulo. Especialista em ética, política e estética modernas (séculos XVII e XVIII).

 

PUBLICAÇÕES RECENTES

Disponíveis para download

VÁ À EXPOSIÇÃO DE PAULO PASTA. MAS NÃO DESPREVENIDO (VINICIUS B. DE FIGUEIREDO)

Resumo

Breve ensaio sobre a poética do pintor Paulo Pasta (Ariranha SP, 1959). "Poéticas, política, sociedade". 
Jornal Plural, 10 de setembro de 2019.

Studia Kantiana, Vol. 16 (no 3), 2018

Resumo


En dépit de ce qu’affirme Kant dans la dernière partie de l’“Introduction à la Logique transdendantale ” de la Critique de la raison pure (KrV A 62-64/ B 87/88), la Dialectique Transcendantale investit les idées de la métaphysique spéciale d’une valeur positive, bien que non constitutive, concernant la connaissance empirique. Sans ces idées, il n’y a pas d’unité systématique possible de la nature et donc pas de connaissance empirique. De son coté, la Critique du Jugement (1790) à la fois rejette et approfondit cette solution. En radicalisant son côté critico-idéaliste, Kant redéfinit le statut du travail de la pensée sur les données, ce qui aboutit à un nouveau modèle, “horizontal”,  de la réflexion.

KANT VERSUS CONSTANT: SOBRE UM SUPOSTO DIREITO DE MENTIR (JOEL THIAGO KLEIN)

KANT VERSUS CONSTANT: ON AN ALLEGED RIGHT TO LIE

Abstract/Resumo

This paper presents a new interpretation of Kant's essay On an alleged right to lie for love of humanity (1797). It is argued that Kant's moral philosophy in its totality and more specifically in the essay written against Constant rejects, on the one hand, definitively the possibility of a right to lie, on the other hand, it allows to legitimize the lie as an attitude of a prudent moral agent in the case drawn by Constant.

Neste artigo apresenta-se uma nova interpretação do ensaio de Kant Sobre um suposto direito de mentir por amor à humanidade (1797). Sustenta-se que a filosofia moral de Kant em sua totalidade e de maneira mais específica no ensaio escrito contra Constant rejeita, por um lado, definitivamente a possibilidade de se falar de um direito à mentira, por outro lado, permite legitimar a mentira como uma atitude de um agente moral prudente no caso desenhado por Constant.

Studia Kantiana, vol. `16, no 3 (2018).     ISSN eletrônico 2317-7462

O CONCEITO DE VONTADE NA FILOSOFIA POLÍTICA DE ROUSSEAU E CONDORCET (CRISTINA FORONI CONSANI)

Abstract/Resumo

This paper analyzes the concept of will in the political philosophy of Rousseau and seeks to reinterpret it in the light of the philosophy of Condorcet. It is argued that Condorcet makes Rousseau’s concept of general will less ambiguous by adopting three criteria, namely: the development of a rigorous method for identifying the collective will, the defense of public instruction, and the option for a democratic republicanism

Este texto analisa o conceito de vontade na filosofia política de Rousseau e busca reinterpretá-lo à luz da filosofia de Condorcet. Defende-se que Condorcet consegue tornar o conceito de vontade geral rousseauniano menos ambíguo, a partir da adoção de três critérios, a saber: a elaboração de um rigoroso método para a identificação da vontade coletiva, a defesa da instrução pública e a opção por um republicanismo democrático.

Trans/Form/Ação, vol. 41, no 1 (2018).  http://dx.doi.org/10.1590/s0101-31732018000100006 

O PAPEL DA DIGNIDADE NA FUNDAMENTAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS (CRISTINA FORONI CONSANI)

Abstract/Resumo

The aim of this paper is to present and compare two differents proposals for foundation of human rights. Firstly, I will introduce the moral foundation outlined by Luigi Caranti in his book Kant’s Political Legacy; next, this moral foundation will be compared with the political foundation proposed by Jeremy Waldron.

O propósito deste artigo é apresentar e cotejar dois modelos distintos de fundamentação dos direitos humanos. Primeiramente, será apresentada a proposta de fundamentação dos direitos humanos delineada por Luigi Caranti em seu livro Kant’s Political Legacy, considerada por ele mesmo como uma fundamentação ortodoxa ou moral e inspirada na obra de Kant; em seguida, será abordada com a fundamentação política defendida por Jeremy Waldron.

Estudos kantianos, vol. 6, no 1 (2018)    ISSN 2318-0501

SAMUEL CLARKE CONTRA O DETERMINISMO DE ANTHONY COLLINS (RODRIGO BRANDÃO)

Abstract/Resumo

In this paper I intend to present some aspects of the opposition between Samuel Clarke and Anthony Collins concerning freewill. After considering some reasons on which Collins determinism is founded, I shall analyze how Clarke’s concept of agency grounds his criticisms of the materialism of modern philosophy, mainly that of determinists such as Collins.

Pretendo com este artigo apresentar alguns aspectos da oposição entre Samuel Clarke e Anthony Collins a respeito da liberdade da vontade. Após a consideração de alguns argumentos que sustentam a posição determinista de Collins, proponho-me a analisar como a noção de agency de Clarke alicerça sua crítica ao materialismo dos modernos, sobretudo ao de deterministas como o próprio Collins.

Acta Scientiarum - Human and Social Sciences, vol. 40, no 1 (2018)   DOI: https://doi.org/10.4025/actascihumansoc.v40i1.39425

MAQUIAVEL E HUME SOBRE A NATUREZA DA LEI E SEUS FUNDAMENTOS SOCIAIS (MARIA ISABEL LIMONGI)

Abstract/Resumo

This paper aims to bring together Hume and Machiavelli by taking both of them as exponents of a certain nonjusnaturalistic current, formed at the beginning of the modern age, which had its own way of thinking the nature of law and, in a broad sense, legal-political normativity. Despite being influenced by the modern school of natural law, Hume breaks with it in a fundamental point – in the refusal of the notion of person as a starting point to think the social genesis of the legal-political order. Instead, he thought of this genesis from the game of social forces and the circulation of opinions in society, for which Machiavelli was an indispensable reference

Trata-se de aproximar Hume e Maquiavel, tomando-os como os expoentes de uma certa corrente não jusnaturalista, formada no início da idade moderna, quanto ao modo de pensar a natureza da lei e, num sentido amplo, a normatividade jurídico-política. Apesar de ter sofrido influência da escola moderna de direito natural, Hume rompe com ela num ponto fundamental - na recusa da noção de pessoa como ponto de partida para pensar a gênese social do ordenamento jurídico-político. No lugar disso, ele pensou essa gênese a partir do jogo das forças sociais e da circulação das opiniões na sociedade, para o que Maquiavel se constituiu numa referência imprescindível.

Kriterion, vol. 59, n. 140 (2019)  ISSN 1981-5336  - http://dx.doi.org/10.1590/0100-512x2018n14012mil

ESTADO REPRESENTATIVO/GOVERNO REPRESENTATIVO: SOBRE OS ASPECTOS DEMOCRÁTICOS DA REPRESENTAÇÃO POLÍTICA EM HOBBES (MARIA ISABEL LIMONGI)

REPRESENTATIVE STATE / REPRESENTATIVE GOVERNMENT: ON THE DEMOCRATIC ASPECTS OF POLITICAL REPRESENTATION IN HOBBES

Abstract/Resumo


For Hobbes, representation plays a decisive role in structuring the legal world in which the State consists. It is precisely in this that Rousseau challenges him by saying that Sovereignty (not Government) cannot be represented. In making Sovereignty an instance of representation, especially in the way of thinking the Criminal Law (since, from Hobbes’ point of view, the State does not represent the one to whom it punishes), Hobbes offers a promising conceptual scheme to think one of the greatest challenges of contemporary democracies: How to make Law an inclusion tool, since it is at the same time a tool of exclusion? Keywords: Hobbes. Rousseau.

Para Hobbes, a representação desempenha um papel decisivo na estruturação do mundo jurídico em que consiste o Estado. É nisso precisamente que Rousseau o contesta ao dizer que a Soberania (não o Governo) não pode ser representada. Ao fazer da Soberania uma instância de representação, e, em especial, na maneira de pensar a partir daí o Direito Penal (já que, do ponto de vista hobbesiano, o Estado não representa aquele a quem pune), Hobbes oferece um esquema conceitual promissor para pensar um dos maiores desafios das democracias contemporâneas: como tornar o Direito uma ferramenta de inclusão, já que ele é, ao mesmo tempo, uma ferramente de exclusão?

Conjectura: Filosofia e Educação - vol. 23 (2018) - DOI: 10.18226/21784612

KANT’S CONSTITUTION OF A MORAL IMAGE OF THE WORLD (JOEL THIAGO KLEIN)

Abstract/Resumo

In this paper, I argue that the idea of a universal history is systematically legitimized in Kant’s transcendental system of philosophy by way of the concept of a need [Bedürfnis] for pure practical reason. In this sense, the idea of a universal history is a fundamental part of the moral image of the world that emerges from Kant’s whole philosophy, and it is crucial for understanding both the possibility of the system of pure reason, as well the full development of Kant’s moral philosophy, especially for political philosophy.

Nesse artigo eu argumento que a ideia de uma história universal é sistematicamente legitimada no sistema da filosofia transcendental de Kant por meio do conceito de precisão [Bedürfnis] da razão pura prática. Nesse sentido, a ideia de uma história universal é uma parte fundamental da imagem moral do mundo que emerge da totalidade da filosofia de Kant e é crucial para o entendimento tanto da possibilidade de um sistema da razão pura, quanto para um desenvolvimento completo da filosofia moral, particularmente para a filosofia política.

Kriterion, vol. 60, n. 142 (jan./abril 2019) On-line version ISSN 1981-5336

KANT ON HUMAN RIGHTS, PEACE AND PROGRESS: A DEBATE WITH LUIGI CARANTI (JOEL THIAGO KLEIN)

Resumen

Discusión crítica del libro de Luigi Caranti, Kant´s political legacy: human rights, peace, progress. (2017).

Revista de Estudios Kantianos. 

Publicación internacional de la SEKLE (Vol. 3, no 1, 2018).

A QUESTÃO DA NATUREZA HUMANA: KANT LEITOR DE ROUSSEAU (JOEL THIAGO KLEIN)

Resumo/Abstract

Este artigo analisa a influência da filosofia de Rousseau na teoria antropológica de Kant. No primeiro momento, apresentam-se as semelhanças e diferenças acerca do modo como cada autor compreende o estado de natureza. No segundo momento, estabelece-se uma comparação entre o conceito de sociabilidade insociável de Kant e os conceitos de piedade e amor próprio, na filosofia de Rousseau

This paper analyses the influence of Rousseau’s philosophy on Kant’s anthropological theory. Firstly, the similarities and differences between each philosopher’s understanding of the state of nature is presented. Secondly, a comparison between Kant’s concept of unsocial sociability and Rousseau’s concepts of piety and self-love is presented.

Trans/Form/Ação (Vol. 42, no 1, jan.-mar. 2019) On-line version ISSN 1980-539X

MEANING SOMETHING AND MEANING ONE IN METAPHYSICS Γ 4 (VIVIANNE C. MOREIRA)

Resumo

This article is intended to examine the lines 1006a34-b9 of Metaphysics Γ 4, where Aristotle conjectures and discusses an objection to the very first step of his proof of the principle of the most universal science. As we shall see in detail, this objection consists in claiming that the meaning of a word is multiple, so that it is not possible for a word to have one single meaning, contrarily to what it seems to be required for one to say something. As we shall also see, some crucial aspects of aristotelian notion of meaning emerge in this context, among which those related to the unity proper to it.

Méthexis E-ISSN : 2468-0974  DOI: https://doi.org/10.1163/24680974-03101007

MÁQUINA VIVA, MÁQUINA INTELIGENTE. ARTE, MAGIA E CIÊNCIA PARA ALÉM DO MONSTRO (WALTER R. MENON JR.)

Abstract/Resumo

This essay intends to explore the hypothesis that there would be in the indistinction created in the figure of the monster of Frankenstein, between the human and nonhuman, a mimetic principle that, although does not imply necessarily the monstrous, was associated with it. In Mary Shelley’s novel, there is a question about how to understand that something that imitates a human being, in all its characteristics, especially linguistic, would be a human being, that is, a question about taking the imitation as a criterion for defining the human.

Este ensaio pretende explorar a hipótese de que haveria subjacente à indistinção criada na figura do monstro de Frankenstein, entre o humano e não-humano, um princípio mimético que embora não necessariamente implique o monstruoso, foi a ele associado. Entender que algo que imita a perfeição de um ser humano, em todas as suas características, sobretudo linguísticas, seria um ser humano, ou seja, ter a imitação como critério para se definir o humano, é colocado em questão no romance de Mary Shelley.

Cadernos PET Filosofia, no 17 (2018).    ISSN 1517-5529

MODOS DE SE PENSAR A FICÇÃO COMO FUNDAMENTO (WALTER R. MENON JR.)
WAYS OF THINKING FICTION AS FOUNDATION

Abstract/Resumo

This text pretends to be a serie of comments in the form of interpellations about the main aspects that configure what would be a phenomenology thought by Villém Flusser. In this sense, phenomenology was thought by Flusser after its critique to the notion of foundation, as Rachel Cecília de Oliveira shows in her text. That critique originates the proposal of fiction as a foundation.

Este texto pretende ser uma série de comentários na forma de interpelações acerca dos principais aspectos que configuram aquilo que seria uma fenomenologia pensada por Villém Flusser. Flusser pensou a fenomenologia a partir de sua crítica à noção de fundamento, tal como é apresentada no texto de Rachel Cecília de Oliveira. A partir desta crítica se origina a proposta da ficção como fundamento.

Viso: Cadernos de estética aplicada, v. XII, n. 23 (jul-dez/2018).     DOI: 10.22409/1981-4062/v23i/261

GÊNESE DA REPRESENTAÇÃO COMO GÊNESE DO REAL (WALTER R. MENON JR.)
GENESIS OF REPRESENTATION AS GENESIS OF REALITY

Abstract/Resumo

This text aims to support the thesis that the world of art is distinguished from the world of life because the

first one is where the fictional regime par excellence occurs. I will take into account the two types of theory proposed by Arthur Danto as two general types on the basis of which the world of art is thought, i.e. the theory of imitation and the theory of the real. I will suggest a continuity between them. The primacy of fiction is characteristic of the art world. However, the fictional character of representation in art cannot be thought without the pole of the real. The fictional presupposes and designates the real by outlining the boundaries between the world of art and that of life. The two poles stay in constant confrontation without, however, definitively undoing the differences between them.

Este texto tem como propósito sustentar a tese de que o mundo da arte se distingue do mundo da vida por ser aquele onde se dá o regime ficcional por excelência. Levando em conta os dois tipos de teoria pensado por Arthur Danto como dois tipos gerais a partir dos quais se pensa o mundo da arte: teoria da imitação e teoria do real, sugerimos uma continuidade entre eles. O primado da ficção seria próprio do mundo da arte. Entretanto, o ficcional próprio da representação na arte não pode ser pensado sem o pólo do real, o pressupõe e o designa fazendo com que os limites entre o mundo da arte e o da vida estejam em constante litígio sem entretanto desfazer definitivamente as diferenças entre os dois pólos.

Dois Pontos, vol. 15, no 2 (2018)     DOI: http://dx.doi.org/10.5380/dp.v15i2.62702

 
 

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